Área de integração
- Mostrar os pontos com mais valores
- Conseguir mostrar aos outros aquilo com o que nos deparamos todos os dias
Àrea de Integração
O objetivo deste trabalho, da disciplina de Àrea de Integração, era apresentar a minha freguesia, Balazar, aos meus colegas de turma.
Foi-nos pedido também para:
- Falar um pouco dos custumes, tradições, gastronomia, etc...
Homossexualidade
Foi nos pedido a realização de uma pequena peça de teatro, onde o nosso tema foi a homossexualidade.
Os objectivos deste trabalho eram dar a conhecer um pouco do que se passa na vida dos adolescente.
Homossexualidade (o nosso diálogo)
Bruno Porto – Manel ------------ Filho (gay)
Joana Stahlhacke – Josefa ------ Filha
Joana Moreira – Patrícia ------- Mãe
Bruno Silva – Ivo ----------------- Pai
Jorge – Raimundo --------------- Amigo (gay)
(Sentados à mesa, num jantar)
Joana S. – Estive aqui a pensar e, não acham que já esta na hora do Manel encontrar uma rapariga e começar a namorar?
Bruno P. – Não, ainda não encontrei a rapariga ideal para mim …
Bruno S. – Vais ver que isso irá acontecer um dia, filho!
Joana M. – Ele tem tempo …
Bruno P. – Bem, e se fossemos comer em vez de estarmos a falar de mim?
Joana S. - Acho uma boa ideia!
(O telemóvel toca e o Manel desliga, nervoso).
Joana M. - Sabes bem que na hora da refeição, o telemóvel é para ficar no quarto.
(Manel fica com um sorriso parvo a olhar para o telemóvel).
Joana S. – Unun que sorriso parvo é esse?! Aposto que anda aí miúda!
Bruno P. – E quê? Vão estar sempre a falar sobre esse assunto? E já não se pode sorrir nesta casa? Porra!
Joana S. – Também não precisas de reagir assim.
Bruno P. – Já estou farto de ouvir esta conversa…
Bruno S. – Porque é que ficas irritado quando se fala em namorada?
Joana S. – Também nunca entendi isso, mas isso é lá com ele.
Bruno S. – Oh Patrícia, a nossa filha esta sempre a defender o irmão.
Joana M. – É normal, são irmãos, mas às vezes são como cão e o gato.
Bruno P. – Já não aguento esta conversa! O está na altura de vos contar uma coisa, esperem volto já!
(Ele sai e vai buscar o Raimundo), (os pais e a filha ficam a falar).
(Chega o Manel e o Raimundo)
Bruno P. – Família, este é o Raimundo.
Joana S. – É um colega teu?!
Joana M. – Nunca o apresentas-te.
Jorge – Olá, boa noite, sou o Raimundo, muito prazer.
(Eles cumprimentam-se)
Joana M. – Fala-nos um pouco do teu colega, filho.
Bruno P. – Ele é o meu namorado!
Bruno S. – Quê?
Joana S. – Como?
Joana M. – Namorado?
Jorge – Aconteceu, não foi planeado.
Joana S. – Eu até acho lindo, ter um irmão gay!
Jorge – Bom, não gosto destas apresentações, posso-me sentar?
Joana M. – E que nem penses!
Bruno S. – O meu filho é normal, não é homossexual!
Bruno P. – Mas pai …
(Manel e Raimundo saem furiosos).
(Joana S. fica preocupada e liga para Manel)
(Manel e Raimundo voltam a casa e …)
Bruno S. – Filho, …
Joana M. – Nós, …
Joana S. – Vá, digam.
Bruno S. – Queremos-te pedir desculpa.
Jorge – Eu compreendo, vocês não estão habituados a este tipo de pessoas.
Joana M. – Agimos mal, desculpem!
Jorge – Tudo bem!
(Todos se sentam á mesa)
Bruno S. – Raimundo ficas para jantar?
Jorge – Sim, obrigado pelo convite. Obrigado por perceberem o vosso filho! No que depender de mim irei fazer o vosso filho feliz.
Joana M. – Não agradeças! Cheguei á conclusão que o importante é a felicidade do nosso filho!
Bruno S. – Não importa se é gay ou não, o Manel é nosso filho e só queremos o bem dele.
Joana S. – Isso mesmo.
Jorge – obrigada! Vamos la provar o cabrito; parece estar com ótimo aspeto.
(eles comem).

Espanha
Este cartaz é sobre Espanha, e realizamos este trabalho por causa da União Europeia.